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City Hunter finalmente no Brasil: edição definitiva chega com tratamento de luxo
MANGA

City Hunter finalmente no Brasil: edição definitiva chega com tratamento de luxo

O clássico mangá City Hunter, de Tsukasa Hojo, será lançado no Brasil em edição definitiva pela Editora Pipoca & Nanquim a partir de junho. Com acabamento de luxo e mais de 500 páginas por volume, a coleção promete resgatar uma das obras mais icônicas dos anos 80. Se você é fã raiz de mangá ou curte aquela vibe clássica dos anos 80/90, pode comemorar sem medo: City Hunter tá oficialmente de volta — e dessa vez com o respeito que a obra merece. O anúncio rolou durante a CCXP25 e já chegou fazendo barulho entre os fãs. A nova edição vem pelas mãos da Editora Pipoca & Nanquim, conhecida por tratar obras icônicas com um nível de cuidado absurdo. E sim, já tem data: o primeiro volume chega no início de junho e já está em pré-venda. 🕶️ Um clássico que atravessou gerações Criado por Tsukasa Hojo, City Hunter foi publicado originalmente entre 1985 e 1991 na lendária Shueisha, dentro da revista Shounen Jump. Ao longo de 35 volumes, a obra conquistou seu espaço como um dos grandes nomes do gênero ação com comédia. E não é à toa. A história gira em torno de Ryo Saeba, um protagonista que foge completamente do padrão “herói certinho”. O cara é mulherengo, sarcástico, meio sem filtro… mas quando o assunto é trabalho, ele vira uma máquina. Atuando como detetive, guarda-costas e até mercenário, Ryo resolve problemas que ninguém mais consegue — geralmente envolvendo o lado mais sujo da cidade. 💥 Drama, ação e uma dupla icônica Mas não é só tiro e pancadaria. A trama ganha peso emocional quando o parceiro de Ryo, Hideyuki Makimura, é assassinado por um cartel. A partir daí, entra em cena Kaori Makimura, irmã do falecido. E olha… ela não é só “coadjuvante”, não. Kaori tem personalidade forte, pavio curto e é basicamente o freio moral do Ryo. A dinâmica entre os dois é um dos pontos altos da obra: mistura de humor, tensão e parceria que funciona demais. É aquele tipo de dupla que briga o tempo todo, mas no fundo se completa perfeitamente. Juntos, eles encaram de tudo: mafiosos, gangues, políticos corruptos e até casos envolvendo drogas misteriosas. É ação urbana com tempero noir e pitadas de comédia bem dosadas. 📚 Edição definitiva: agora é outro nível Agora vem a parte que vai fazer colecionador sorrir de orelha a orelha. A edição da Pipoca & Nanquim não é qualquer relançamento. Estamos falando de um formato de luxo, seguindo o padrão de qualidade que a editora já entregou em obras como Battle Royale. O pacote inclui: Capa dura com sobrecapa Papel pólen bold (aquele amarelado premium) Marcador exclusivo Conteúdos extras e entrevistas com o autor Ao todo, serão 12 volumes, bem mais robustos que a edição original. Só o primeiro já chega com cerca de 580 páginas — ou seja, material de sobra pra mergulhar na história. 🔥 Por que isso é importante? O retorno de City Hunter no Brasil não é só nostalgia. É um resgate de uma obra que ajudou a moldar o estilo de muitos mangás que vieram depois. Se hoje temos protagonistas cheios de personalidade, anti-heróis carismáticos e histórias que equilibram ação com humor, muito disso passa por influências como essa. E agora, com uma edição caprichada dessas, dá pra finalmente conhecer (ou revisitar) tudo do jeito certo.

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Zeno Robinson abre o jogo: bastidores de Spider-Man, My Hero Academia e Demon Slayer
ANIME

Zeno Robinson abre o jogo: bastidores de Spider-Man, My Hero Academia e Demon Slayer

Zeno Robinson revelou bastidores de seus papéis em Spider-Man, My Hero Academia e Demon Slayer, destacando os desafios de interpretar personagens complexos como Hawks e Genya, além da emoção de dar voz a Harry Osborn no universo da Marvel. Se você acompanha dublagem de anime ou animação ocidental, provavelmente já ouviu a voz de Zeno Robinson em algum momento — mesmo que não tenha percebido. O cara simplesmente virou um dos nomes mais fortes da nova geração, marcando presença em franquias gigantes como My Hero Academia, Demon Slayer e até no universo da Marvel Studios. E olha… o nível de envolvimento dele com os personagens vai muito além de só “ler fala em estúdio”. O cara realmente vive cada papel. 🕷️ De fã a parte do universo do Homem-Aranha Uma das histórias mais legais que ele contou envolve Your Friendly Neighborhood Spider-Man. Zeno revelou que ficou com medo real de o projeto nem ver a luz do dia. Imagina isso: você grava, se empolga… e nada acontece. Mas quando o sinal verde veio, o impacto foi outro nível. Interpretar o Harry Osborn não é pouca coisa. O personagem é praticamente um pilar das histórias do Homem-Aranha, sempre carregando aquele drama pesado com o pai, Norman Osborn. E o mais curioso é que o próprio Zeno é fã raiz do herói — daqueles que cresceram assistindo todas as versões possíveis. Resultado? O cara basicamente realizou um sonho nerd. E ele foi além: já mandou até aquele “alô” público pra entrar em versão live-action no futuro. Confiança lá em cima — e com razão. 🦅 Hawks: herói ou vilão? Nem ele sabia direito <img src="https://i.imgur.com/7hZf2tx.png" class="w-full my-4 rounded-lg"> Agora falando de Hawks, a parada fica mais complexa. Zeno explicou que interpretar um personagem “dupla face” não é simples. Hawks vive naquele limbo entre herói e infiltrado, e durante boa parte da história… nem o próprio ator sabia exatamente de que lado ele estava. Isso obrigou o Zeno a jogar no equilíbrio. Ele não podia exagerar nem pro lado “bonzinho” nem pro lado “vilanesco”. Era tudo na base da intuição, tentando preencher lacunas da história enquanto ela ainda estava sendo construída. Esse tipo de atuação é o que separa um dublador comum de alguém realmente imerso no personagem. Ele teve que entender não só o que Hawks faz, mas por que ele faz. E isso envolve entrar na cabeça tanto dos heróis quanto dos vilões. Não é só atuação — é quase psicologia. 🔥 Genya: grito, dor e emoção pura Se Hawks já é complicado, o Genya Shinazugawa é praticamente um teste de resistência. O personagem tem várias camadas: A versão “bruta”, que vive gritando Um lado mais humano e inseguro E ainda a forma demoníaca, que exige uma voz mais agressiva e pesada Zeno comentou que precisa alternar entre essas versões o tempo todo, deixando claro pro público qual “estado” o Genya está naquele momento. Mas o mais interessante não é nem a parte técnica — é o emocional. Genya não é só um cara nervoso. Ele carrega um peso gigante: complexo de inferioridade, necessidade de aprovação e uma busca quase desesperada por redenção com o irmão. E é isso que dá profundidade ao personagem. ⚡ E o futuro? Só tende a crescer Além desses papéis, Zeno ainda tá envolvido com Jujutsu Kaisen, dublando Kashimo, e segue expandindo o currículo como poucos. E sim — pode esperar mais de Genya nos próximos arcos de Demon Slayer. Se o anime continuar fiel ao mangá (como tem sido), o personagem ainda vai brilhar MUITO.

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Witch Hat Atelier: afinal, qual é a idade de Qifrey e Olruggio? A resposta da autora que deixou o fandom em choque
ANIME

Witch Hat Atelier: afinal, qual é a idade de Qifrey e Olruggio? A resposta da autora que deixou o fandom em choque

Se você caiu no hype de Witch Hat Atelier, já deve ter percebido que esse anime (ou melhor, essa obra-prima em forma de mangá) não é só mais um fantasiezinho genérico. Aqui o buraco é mais embaixo. A construção de mundo é absurda, o sistema de magia é diferentão (nada de gritar spell aleatório — aqui é na base da caneta e tinta), e os personagens… ah, os personagens são aquele tipo que gruda na cabeça. E claro, como todo bom fandom otaku, não demorou muito pra surgir aquela pergunta clássica: quantos anos esses caras têm afinal? Principalmente dois nomes que chamam atenção logo de cara: Qifrey e Olruggio. A mente por trás da obra, Kamome Shirahama, já tinha dado uma pista lá atrás, antes mesmo do anime virar realidade. Em uma conversa com fãs, ela comentou que tanto Qifrey quanto Olruggio estão ali na faixa dos 20 e poucos indo pros 30 — mais especificamente entre o final dos 20 e começo dos 30 anos. Ou seja, nada de velhote sábio estilo mago clássico. Os caras ainda estão no auge. E isso explica MUITA coisa. Qifrey: o sensei misterioso com cara de protagonista O Qifrey é aquele tipo de personagem que engana fácil. Cabelo branco, cara jovem, postura tranquila… parece até um daqueles “bishounen” que surgem do nada pra dominar a cena. Muita gente até compara com o estilo do Satoru Gojo, mas a real é que Qifrey já fazia esse tipo antes mesmo disso virar moda. Mesmo sem idade oficial cravada, o consenso entre fãs é que ele deve ter algo entre 28 e 30 anos. E faz sentido: ele já é um mago experiente, tem seu próprio atelier e ainda carrega um passado cheio de mistérios. Outro detalhe curioso? O aniversário dele é 19 de novembro. E o mais engraçado é que o próprio Qifrey nunca deu a mínima pra isso — típico personagem focado demais em coisas maiores pra ligar pra datas. Olruggio: o cara que parece mais velho… mas não é Agora vem o plot twist: Olruggio, com aquela barba e cara de poucos amigos, passa uma vibe de ser bem mais velho. Só que não. Ele praticamente tem a mesma idade do Qifrey. <img src="https://i.imgur.com/AvJonaH.png" class="w-full my-4 rounded-lg"> Os dois cresceram juntos e treinaram sob a mesma mentora, o que reforça ainda mais essa proximidade. O aniversário do Olruggio é 20 de setembro, ou seja, só dois meses antes do Qifrey. Coincidência? Talvez. Mas dentro da narrativa, isso só fortalece a conexão entre os dois. E apesar da aparência mais “cansada”, Olruggio é aquele cara essencial no equilíbrio da história. Ele funciona como o fiscal do rolê, garantindo que o atelier não faça besteira e não atraia a atenção dos Cavaleiros Moralis — que, convenhamos, não são exatamente amigáveis. As aprendizes: nova geração da magia Se Qifrey e Olruggio representam a base, as aprendizes são o futuro — e também a fonte de boa parte do caos. A autora confirmou que Coco, Agott, Richeh e Tetia têm entre 10 e 12 anos, o que encaixa perfeitamente no clima de aprendizado da obra. Mas olhando mais de perto, dá pra perceber algumas diferenças: Agott (8 de julho): provavelmente a mais velha. Tem postura de líder e já mostrou que sabe se virar em situações tensas. Richeh (15 de março): a estrategista do grupo. Sempre calma, pensa antes de agir. Tetia (9 de outubro): a mais inocente e, possivelmente, a mais nova. Ainda tá pegando o jeito da coisa. Coco (25 de maio): o caso especial. Como entrou no mundo da magia de forma totalmente fora do padrão, ela pode estar mais próxima da idade da Agott, mesmo com menos experiência. Por que isso importa? Pode parecer só curiosidade de fã, mas saber a idade dos personagens muda bastante a forma como a gente enxerga a história. Qifrey não é só um mentor sábio — ele ainda é jovem, cheio de conflitos internos e decisões difíceis. Olruggio não é só o “cara sério” — ele é alguém que cresceu junto com Qifrey e compartilha desse passado. E as crianças? Não são só alunas fofinhas. Elas estão literalmente moldando o futuro de um sistema mágico cheio de regras perigosas. Resumão no estilo nerd raiz Qifrey e Olruggio: final dos 20 até início dos 30 Diferença entre eles: praticamente nenhuma Aprendizes: entre 10 e 12 anos Coco: ponto fora da curva total No fim das contas, Witch Hat Atelier acerta justamente por isso: personagens que parecem simples à primeira vista, mas que vão ganhando camadas conforme a gente mergulha na história. E se o anime vier com a mesma qualidade do mangá… pode preparar, porque vem aí mais um vício pesado na sua lista otaku.

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